quinta-feira, 19 de maio de 2011

busuu.com

LinkBusuu é um site de estudo de idiomas.
Como seu próprio site diz:
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busuu.com é uma inovadora comunidade online para o aprendizado de idiomas.

Nós, pessoalmente, já sofremos com o método tradicional para aprender um novo idioma, o qual sempre achamos cansativo, caro e complicado.

Por esse motivo, nós decidimos criar um novo conceito de aprendizado de idiomas oferecendo as seguintes vantagens:

  • Aprenda com usuários nativos: Aprenda diretamente com usuários nativos através da nossa aplicação integrada de vídeo-conferência! Fazendo isso, você poderá praticar suas habilidades linguísticas em uma conversa ao vivo.
  • Aprenda com nosso material: Nós preparamos mais de 150 unidades de aprendizagem cobrindo diversos áreas temáticas e unidades gramaticais cobrindo os pontos mais importantes da gramática. O conteúdo é áudio-visual.
  • Aprenda de graça: busuu.com pode ser usado completamente de graça! De qualquer forma, você tem a opção de pagar uma pequena quantia mensal para se tornar um Usuário Premium. Com a assinatura Premium, você terá acesso à funcionalidades adicionais e mais material.
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Comecei a testar o site e posso dizer que me surpreendeu pela facilidade de uso, opções de idiomas e oportunidade de conversar com nativos e pessoas fluentes em outros idiomas (tanto uma versão estilo msn, como se você configurar seu microfone, um skype da vida).

Claro que a versão paga tem mais recursos (principalmente a parte de gramática), mas ainda assim a versão grátis possui muitos recursos e permite uma oportunidade de estudo. E a criatividade para mostrar sua evolução em um idioma: para cada idioma ser uma árvore e esta árvore vai crescendo a medida que você vai estudando e fazendo os diversos exercícios. Ah sim, não esquecendo de um pouco de disciplina para sempre fazer e aprender.

Os idiomas que estão disponíveis para estudo, são:
Inglês - básico hoje em dia, principalmente para turismo e negócios, influência do império que o Sol jamais se põe (Inglaterra) e dos EUA;
Espanhol - considerando que é o idioma oficial de quase um continente inteiro (América Latina);
Alemão - além de ser o idioma nativo dos criadores do Busuu.com, a Alemanha é a principal economia da União Européia e este idioma era o segundo idioma das nações que antes faziam parte do Império Austro-Húngaro (antes da primeira guerra);
Francês - A França ainda é uma potência militar e econômica tanto sua cultura como seu idioma ainda influência boa parte da África.
Italiano - influência da Máfia?? Piadas aparte, a Itália faz parte da União Européia além de abrigar uma rica cultura (que outro lugar você vai encontrar construções romanas e renascentistas??);
Português do Brasil - nada contra nossos irmãos europeus, mas considerando que o Brasil tem as dimensões de um continente (temos quase o tamanho da Europa) e uma economia crescente, faz sentido o estudo do nosso idioma;
Russo - O maior país do mundo, cujo idioma ainda hoje é o segundo idioma de quase todas as ex-nações soviéticas e utilizado por diversas nações eslavas (além de ser uma economia em expansão e uma potência militar);
Polonês - um dos maiores países eslavos e membro da União Européia.
Turco - futuro membro da União Européia, é herdeira do antigo Império Otomano que governou o Oriente Médio e Norte da África.

Os fundadores do site, são europeus, por isso alguns idiomas como o chinês mandarim (não precisa explicar sua importância, basta saber que a China cresce 10% no mínimo a mais de duas décadas), hindi (idioma da Índia e outra nação em crescimento) e árabe (do norte da África ao Oriente Médio se fala este idioma) estão ainda fora dos idiomas disponíveis para estudo. Mas acredito que seja questão de tempo.

sábado, 14 de maio de 2011

Vício em jogo


De tempo em tempo vemos debate na TV sobre os males que os jogos trazem para as crianças e adolescente. Bem, isso inclui adultos também.
No passado quando os Cassinos eram permitidos muita gente perdia dinheiro. Mas por pressão de algumas parte da sociedade (as vezes de cunho religioso), proibiram, levando muita gente ao desemprego. Depois veio a onda dos Bingos (que até hoje vive uma briga de permite ou proíbe).

Não vou dizer que estão errados. Se a pessoa não tiver um bom senso de noção, pode acabar se viciando em jogo e esquecer de outras coisas importantes da vida. Conheço gente que é assim e não precisa ser jogo só de baralho, dados e dominó. Video-game também é viciante. Lembro de ter dado boas risadas quando um amigo de Recife foi em Santa Catarina e um amigo nosso queria ficar jogando video-game. Claramente nosso amigo é um viciado em game.
Não vou dizer que eu não tenho video-game. Claro que tenho (jogo muito Wii e PS3). Alguns jogos faço questão de comprar e jogar até o fim (GOD OF WAR), outros, jogo só de vez em quando. Afinal, é algo para o lazer (e posso dizer que muitos jogos de hoje em dia, possuem histórias muito cativantes dignas de roteiro de cinema). Mas a partir do momento que se esquece de viver em função de um jogo, aí já é um vício.

E por problemas assim que de tempo em tempo surgem acusações e justificativas absurdas contra jogos. Como a que foi dita quanto ao assassino do colégio de Realengo, no Rio. Falaram que se não fosse os jogos de Tiro, o assassino não teria tanto treinamento com armas. O mesmo foi quando as duas torres do World Trade Center foi derrubado com dois aviões. Acusaram na época que jogos de simulações de vôo (combat fly simulator) foram usados no treino dos terroristas.

Isso me lembra de quando RPG era moda (ainda gosto muito de RPG, mesmo jogando pouco) e era um sucesso RPG de terror, onde você interpretava um vampiro ou lobisomem. Assim como os medievais com seus deuses e magias (ou você acha que o desenho Caverna do Dragão foi criado do nada??). Mas que algumas igrejas e fanáticos religiosos acusavam de satanismo e queriam sua proibição, fora os casos que diziam que a culpa de tal crime era por causa do livro de RPG.

Não estou falando para não jogar, mas jogo é antes de tudo uma forma de lazer e diversão. Tudo em excesso é prejudicial, por isso saiba quando jogar e quando parar.
Sempre que posso jogo meu video-game, jogos de cartas e tabuleiro, mas não vivo em função disso. Reunir os amigos para uma sessão de jogo é divertido e vira e mexe faço isso. Mas acima de tudo, gosto de sair com estes mesmos amigos e me divertir seja para ir no barzinho, cinema ou qualquer outra forma. Afinal lazer não é apenas jogo. Existe vida lá fora. E muita coisa para se fazer.

domingo, 8 de maio de 2011

RPG - Vampiro: a Máscara

Este é o título de um livro de RPG, que foi uma revolução fins do século passado (começo da década de noventa) quanto a como se joga RPG.
Ok, para um leigo, vamos explicar o que é RPG:
Role-playing game, também conhecido como RPG (em português: "jogo de interpretação de personagens"),[1] é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.



Vampiro: a Máscara era um RPG diferente do clássico medieval e cheio de aventura que até então era sucesso (nunca deixou de ser, mas o Vampiro mostrou uma nova forma de jogar RPG).
Começou uma era de role-play (interpretação e menos regras). Até então os RPGs tinham muitas tabelas, regras e detalhes técnicos (principalmente quanto as batalhas e magias). Ainda hoje fazem sucesso (GURPS e D&D), mas ganharam um concorrente de peso.

Falando de Vampiro, sua idéia inicial era o terror pessoal. Para quem assistiu filmes como entrevista com vampiro e highlander, a idéia de você jogar como um humano e que virou um vampiro e passar pelo tormento de ver os anos passando e seus amigos morrendo e você não, além da fome e desejo de sangue e outros tormentos que o mundo das trevas trás. Quando o mestre do jogo (termo de rpgista, que significa quem está conduzindo a história e tem que saber bem as regras, tendo sido adotavo no Vampiro, o termo narrador) sabe explorar este conceito, colocando o jogador naquele dilema entre viver bebendo sangue e ter que se controlar para não matar as pessoas próximas a ele. E viver uma vida dupla, uma entre a sociedade vampiresca (conhecido aqui como a Família) e outra como um mero humano (e se virando para ganhar seu dinheiro nosso de cada dia, pagar as contas e esconder o fato de que não é mais humano). O que leva alguns personagens a serem mais humanos do que os humanos em geral são, devido o medo de perderem sua humanidade para as trevas.

Mas não só de terror pessoal vive o jogo. O cenário em si, punk-gótico é extremamente envolvente (ainda mais que se passa na nossa era) e apresenta diversos tipos de vampiros e suas leis e tradições, agradando gregos e troianos. Assim como conta sua história e a guerra política batizada de jyhad (o que mais acontece no jogo, você não sabe quem está manipulando quem??).
Afinal, quem está no poder há alguns séculos, não pretende abrir mão tão cedo para moleques com algumas décadas de pós-vida. Fora suas divisões políticas. E de política é o que não falta. Maquiavel com certeza está rindo uma hora destas.
Um dos melhores trechos que já li nos livros ligado a Vampiro: a Máscara, era
"Cuidado, minha criança, com teus inimigos eternos:
Com os selvagens metamorfos, que caçam como lobos.
Com os cavaleiros do fogo e da espada, os caçadores de bruxas.
Com as crias flamejante do próprio inferno.
Mas acima de tudo, minha criança, cuidado com teu semelhante.
Pois nós sempre seremos os nossos maiores inimigos."

E aqui você encontra desde os nobres do clã ventrue, a hierarquia da igreja nos lasombra, ao fanatismo do Sabá, a luta dos anarquista pela liberdade, a união familiar dos giovanni, a solidão e individualidade dos gangrel e estrutura engessada dos tremere entre outros. Opção e variedade nunca faltaram neste RPG e política sempre foi um tema abordado, seja de cunho pessoal (em busca de poder) a conquistas e influências (controlar uma cidade ou um clã em uma região). Futuramente vou abordar os 13 clã.

Quanto a como surgiram, o livro sugerem que o progenitor de todos os mortos-vivos foi Caim, o assassino bíblico de seu irmão, Abel, que teria sido amaldiçoado por Deus e condenado a caminhar eternamente sobre o mundo na forma de um vampiro condenado a beber sangue. Por solidão, Caim teria criado três outros vampiros: Irad O Forte, Enoch O Governante e Lilah a Bela. Os Três formariam a chamada "Segunda Geração". Esses três, por sua vez, originaram outros 13 vampiros, a "Terceira Geração", que foram os fundadores dos 13 clãs.

E porque o título de Vampiro: a Máscara, vem de suas leis, para evitar que a humanidade descubra a existência dos vampiros e renasça a Santa Inquisição.



PRIMEIRA TRADIÇÃO: A MÁSCARA
"Não revelarás tua verdadeira natureza àqueles que não sejam do sangue. Ao fazer isso renunciará aos seus direitos de sangue." (basicamente se um humano souber que você é vampiro, você está condenado a morte)

SEGUNDA TRADIÇÃO: O DOMÍNIO
"Teu domínio é tua inteira responsabilidade. Todos os outros te devem respeito enquanto nele estiverem. Ninguém poderá desafiar tua palavra enquanto estiver em teu domínio." (lembra um pouco o feudalismo a noção de territórios e príncipes ou outros títulos que controlam regiões)

TERCEIRA TRADIÇÃO: A PROGÊNIE
"Apenas com a permissão de teu ancião gerarás outro de tua raça. se criares sem a permissão de teu Ancião, tu e tua progênie serão sacrificados." (isso evita que você transforme qualquer um em vampiro)

QUARTA TRADIÇÃO: A RESPONSABILIDADE
"Aqueles que criares serão tuas próprias crianças. Até que tua progênie seja liberada, tu os comandará em todas as coisas. os pecados de teus filhos recairão sobre ti." (você é responsável pelos vampiros que você criar)

QUINTA TRADIÇÃO: A HOSPITALIDADE
"Honrarás o domínio de teu próximo Quando chegares a uma cidade estrangeira, tu te apresentarás perante aquele que a governa. Sem a palavra de aceitação, tu não és nada." (reforçando a idéia de território e para você saber quem manda)

SEXTA TRADIÇÃO: A DESTRUIÇÃO
"Tu és proibido de destruir outro de tua espécie. O direito de destruição pertence apenas a teu ancião. Apenas os mais antigos de vós convocarão a Caçada de Sangue." (ou seja, ganhe alguns séculos de vida e poder para ter direito de tirar a vida dos outros... pelo menos os mais novos).

Bem ou mal, vampiro é de certa forma sedutor, encantador e você ter a oportunidade de interpretar um, é tentador.


P.S.: Aproveitando, Feliz dia das Mães.

P.S.2: Comentário aleatório, sobre tolerância zero, mas serve para dá um pouco de humor hoje. Cheguei no trabalho abrindo o guarda-chuva para deixa-lo secar e um colega pergunta se está chovendo, vendo meu guarda-chuva todo molhado. Não pensei duas vezes e falei que fui no banheiro e joguei um pouco de água no guarda-chuva.


domingo, 1 de maio de 2011

Vivo-morto


Não, eu não errei o título. Não estou falando de mortos-vivos, mas sim de vivo-morto. Estranho isso. Sim, mas vou explicar.

A confiança é como cristal. Quando se perde, não volta mais. Mas nem todo mundo aprende isso e algumas vezes alimentam esperanças de voltar atrás em seu erro.




Voltamos aos vivo-morto.
Esta pessoa morreu. Só não foi assinado a atestado de óbito, mas para mim, morreu. Esquece que eu existo. Até posso dá bom dia, boa tarde e boa noite. Mas morreu. Ter um tratamento melhor do que lixo... não vai ter.
E não precisa ser só amigos, conhecido ou colega. Estes são até mais fáceis. Mas o texto de hoje inclui parentes. Minha avó por parte de mãe adotiva, nunca cheguei a conhecer. Para minha mãe, ela morreu. De certa forma, uns tios até ligaram para avisar do falecimento dela, mas se após mais de 40 anos, minha mãe nunca fez questão de ligar para ela, dizer um oi ou apenas mandar uma fotografia... porque agora teria que ir no funeral??? Só para aparecer bonito na foto.
O que minha avó fez ou deixou de fazer, com minha mãe, era assunto delas. Não havia mais confiança. E o mesmo se aplica a minha meia-irmã por parte de mãe que foi adotada junto comigo.
Temos divergências, todos irmãos tem. Mas algumas coisas que foram feitas, não permitem mais confiança. Que ela nunca gostou do fato de ser adotiva e queria ser independente, tudo bem. Fez o que queria, quebrou a cara algumas vezes, teve sucesso em outra, é um direito dela. Aprendemos desde cedo a não depender dos outros e nos virar. Mas algumas coisas que ela fez para mim e que perdeu toda a minha confiança, que hoje eu não a trato mais como irmã.
E posso até ter sido cruel e sádico como a tratei, mas foi muito prazeroso expulsa-lá do hospital que nossa mãe adotiva estava internada, devido um AVC. Por ela ter discutido com minha mãe via telefone e depois querer ir visita-lá tomei as devidas medidas para que ela não entra-se no quarto e não fosse nem permitido a sua entrada no hospital (afinal estou pagando a internação e o tratamento e ainda não achei médico que concorda-se em deixar alguém entrar no quarto e ficar discutindo com um paciente que acabou de ter um AVC).

Até vejo os mais fervorosos religiosos virem falar que perdoar é divino. Eu não sou divino, sou um mortal que não pensa em morrer antes dos 200 anos (piadas aparte). E não, perdão é até um conceito bonito, mas não tenho coração para isso. Perdeu a confiança, não volta. Posso até queimar no inferno ou seja o que for segundo a religião de cada um. Com todo o respeito e não é por falta de conhecimento (já convivi, conheço e tenho amizades com cristãos, judeus, protestantes, crentes, muçulmanos, budistas e macumbeiros), cada um tem a sua religião e filosofia de vida, mas não vou concordar com a idéia de dá perdão. Há coisas que nem a paciência zen budista consegue me acalmar. Morreu. Não sei ser falso e dá um sorriso. Posso até dá um bom dia, boa tarde, boa noite e ser educado, mas a pessoa morreu. E quando se passa deste limite em que se perde a confiança, ela não volta.

Minha meia-irmã sabe que está morta para mim. Que ela não precisa nem me chamar, seja para o que for (nem precisam avisar quando ela falecer), porque para mim, viva ou não, ela está morta. E como tal será tratada. Assim, como uma prima tem o mesmo tratamento e outros desafetos.


quarta-feira, 27 de abril de 2011

brincando no photoshop


Prova que eu tinha que fazer do fórum Cosplay Brasil, onde tinha que reunir os membros da família. Só faltou uma foto.

Outra hora posto algum texto interessante. Daqui a pouco volto para a maratona de One Peace.

domingo, 17 de abril de 2011

Nadando entre tubarões e peixinhos


Bem, como este foi um post que publiquei no Blog Fiz 25 e achei que era adequado colocar aqui também... então vamos ao post. Ah sim, esta frase, eu peguei de um livro de RPG, sobre terror pessoal. Futuramente penso em escrever aqui, também sobre RPG.

É comum encontrarmos no nosso meio de trabalho (não precisa nem ser concorrente, basta olhar alguns colegas do lado) e percebemos que ou nadamos com os tubarões ou seremos devorados juntos com os outros peixinhos. Sim, a vida é dura, mas vou citar algumas situações que eu vivi e que pude ver que ou você passa a lutar ou será apenas uma peça no sistema e ração para os tubarões que estão do seu lado. E não estou falando dos chefes, mas de colegas do mesmo nível a subalternos. Trabalhando em uma agência bancária, atendendo clientes todo dia, alguns já eram da casa e apareciam uma vez por semana, para resolver assunto. Consegui convencer um cliente da necessidade de fazer um seguro de vida (afinal tinha que bater meta de vendas e também ganhava comissão). Enquanto ele estava sentado esperando ser atendido, eu terminava de resolver um problema com outro cliente (que normalmente eu não atendia), quando um colega brilhante ao ir conversar com ele e descobrir que era para fazer seguro, vai lá e tira o meu cliente e fecha o seguro com o nome dele como vendedor.

Outro exemplo... foi feriado de natal e ano novo, que caia em uma quinta e tirando eu e um outro colega, todo mundo emendou um ou outro. Depois em Janeiro, resolvi pegar dois dias de folga (já que eu tinha dias para tirar). Só ouvir reclamação de que não era justo, que meu serviço ia sobrar para os outros. Agora quando pediram para eu substituir e fazer o serviço deles, enquanto eles emendavam o feriado, tudo bem, isso podia, mas minha folga, que eu já tinha acertado fazer, agora não pode!!! Ahhh primeira coisa que fiz, quando me chamaram para ir de voluntários da empresa, para ajudar em Santa Catarina, foi passar minhas coisas para os outros e arrumar as malas. E quando perguntaram se eu queria voltar para São Paulo, fui prolongando até o limite. Depois cuidei da minha transferência para escritório, não estava a afim de resolver problema de colegas tubarões. Deixei mais de um mês o meu serviço nas mãos dos outros e quando voltei, só foi para pegar as coisas na minha mesa.

Mas a vida não é um mar de rosa e sempre encontramos tubarões que tentam se aproveitar da situação e do seu trabalho. Lembro de uma vez no escritório, todo mundo trabalhando, mas um dos funcionários se destacava. E por isso, foi promovido. Mas quando descobrimos que ele ficava até mais tarde e no fim do dia, pegava parte do que os outros funcionários faziam e registrava como se tive-se sido trabalho dele... aaahhh tanta gente que queria o pescoço dele.

E vocês? Já passaram por algo assim? Se está tudo um mar de rosa, parabéns aos outros (tipo chefe). Se deu algum problema, você é o culpado. Ou algum colega tentado puxar o seu tapete e ganhar os méritos.


Conheço muita gente que não aguenta este tipo de pressão dos tubarões. Eu mesmo, já pedi demissão de dois empregos, porque não aguentei (e um era emprego público). Vi que não me adaptava, então fui procurar outro emprego. Arriscado??? Sim. Podia ter quebrado a cara?? Também. Mas preferi me arriscar e fazer o que eu gosto do que ficar parado e não lutar por algo que eu queria. Não tem coisa melhor do que trabalhar naquilo que se gosta.

P.S.: Nadar entre tubarões não quer dizer que tem que ser cruel e trapaceiro, mas tem que ficar esperto, para não se enganado e não cometer os erros que os peixinhos cometem e são devorados.


P.S.2: Um dos empregos era no Banco do Brasil (foi uma briga lá em casa, quando eu pedi demissão). O outro emprego fiquei só duas semanas em uma fábrica. Depois destes dois empregos, os que eu trabalhei em seguida foram os melhores empregos da minha vida (sendo que estou em um deles até hoje). Mas aprendi na marra a nadar com tubarões.

domingo, 10 de abril de 2011

Chocolate Frey



Eu não sou chocólatra e sim um chocólogo (afinal, não tem os enólogos??), sou apenas um apreciador de chocolates finos.
Piadas aparte, vamos falar do chocolate Frey.

Dizem que os chocolates suíços são os melhores chocolates do mundo (assim como dizem dos chocolates belgas). E eu resolvi experimentar o chocolate Frey (sim um concorrente do mais famoso chocolate suíço Lindt - pelo menos é mais fácil de achar um Lindt do que um Frey). Mas nem por isso, desmereço um ou outro, ambos são deliciosos, mas tenho que admitir que o Frey possui um gosto peculiar (pelo menos a barra que estou comendo).


Escolhi o chocolate branco da Frey. E sim, não é todo mundo que gosta e não é todo chocolate branco que é bom. Normalmente depois de dois ou três tabletes, eu enjoo e deixo para comer outro dia. Mas este, conseguiu agradar o meu gosto sem ser enjoativo. E de quase meio quilo de chocolate, em menos de duas semanas, já está no fim T_T.
Ainda pretendo comer outros chocolates da Frey e verificar se são tão bons como o branco. Estou curioso com alguns que eu vi e como o que tem creme de laranja (se é bom, é outra história).


E para quem gosta do site (e eu gostei muito do visual deste) e não tem problema com o idioma alemão, http://www.chocolatfrey.ch/ fica a dica para olhar, apreciar e quem sabe comprar e comer.

Hummm, agora fiquei com fome, acho que vou acabar com o que eu ainda tenho.