quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Rio do Sul - enchente

Bem, como algumas pessoas acham que estou passeando em Santa Catarina (não deixa de ser verdade nos domingos e recentemente nos sábados... vou sentir saudades das horas extras de sábado mas precisava descansar), aproveito para rever os amigos e curtir este estado que eu adoro.


Dá para ver o meu quarto... ah sim, este é o hotel em que estou no momento.



Meu trabalho (temporário, logo volto para casa).

Sim, imagina uma cidade quase uma semana embaixo d'água. Como trabalho em uma empresa que administra o FGTS e um dos motivos de liberação é calamidade, estou aqui trabalhando. Deu para ajudar alguns amigos que conheço (vendo a documentação deles) e ajudar outras pessoas. Assim como fazer novos amigos. Gosto do meu serviço, porque deu a oportunidade de ver as pessoas agradecendo pelo seu serviço. Por você ter viajado quilômetros, longe de casa e de suas coisas, trabalhando de segunda à sábado e fazendo horas extras além da conta (ok, parte destas horas são pagas e outras, são descontadas pelo fato que fiz greve). Mas nada substitui um momento de sorriso das pessoas que perderam tudo e agora vão ter um pouco de dinheiro para recomeçar muitas vezes do zero.
É um dos motivos que amo este meu trabalho.

A cidade em si está normal, algumas casa foram demolidas, mas a vida continua e tudo já voltou ao normal (ou quase). Logo meu serviço estará acabando aqui. Mas ficará a saudades das pessoas que conheci e ajudei.




segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Funcionário Público

Sim, eu sou funcionário público com muito orgulho.
Mas vou te dizer que tem funcionário público, mesmo dentro da empresa que eu trabalho que por mim, são acomodados e preguiçosos, só fazendo corpo mole.
Gosto do meu trabalho, gosto do que faço e da oportunidade que a empresa permite de ajudar os outros. Lembro de ter aprendido com um antigo chefe meu, que dizia, trate o cliente como você gostaria de ser tratado.
Mas no que eu vejo com alguns colegas mais antigos, que tem aquele conceito que a empresa tem que carregá-los. Pessoas sem ambição de crescer dentro da empresa, querendo tudo o que é fácil e que venha de mão beijada. Sem falar que reclama de tudo... de que o hotel é ruim (meu não é você que está pagando o hotel), reclamando do serviço (foi você que se ofereceu para fazer o serviço) isso quando não fala que não sabe mexer em computador (está fazendo o que aqui na empresa???). Isso quando o infeliz não faz o serviço errado (como assim, você está aqui a quase um mês e não sabe que tem que pegar a assinatura do gerente???)
Já escutei absurdos do tipo... a empresa tem que pagar as horas que levamos do hotel até o trabalho (em que empresa do mundo faz isso??? Quer ganhar horas extras sem fazer nada... bando de vagabundos).
E o pior é quando você fala a verdade para alguns deles... e acham que você é o anormal e que está errado. Rir para não chorar. Sorte que a maioria são velhos e logo se aposentam e somem da empresa (nada contra idade, afinal todos envelhecemos e não sou nenhum rapaz novinho, mas tem algumas pessoas com mentalidade do século passado, como um senhor que acha que faz um favor a sua empregada, por fazer-lá limpar a casa usando uniforme de maid e que assim ela não suja a própria roupa).

Realmente eu adoro o meu emprego e dou um gás no meu serviço, fazendo sempre o melhor, mas tem gente que se acomodou tanto que acha que tem um rei na barriga. Sorte que é empresa pública, senão eu mesmo teria o prazer de jogar estes infelizes na rua.

Vou dizer uma coisa, tem funcionário e funcionário, mas não imaginava que tinha tanto vagabundo na empresa que eu trabalho.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

OCB "Flores de Sangue"




Gabriel Collins é um detetive policial da cidade de Hagard que possui habilidades mágicas e as usa no cumprimento de seu dever, combatendo o crime nas ruas.
Com a ajuda de sua irmã, Ashley Collins, eles descobrem uma organização criminosa que comercializa uma estranha droga chamada “egonil”. Tal substância aparentemente induz pessoas comuns a fazerem uso de magia, tornando-as perigosas e letais. Isso fica ainda mais evidente ao enfrentarem o responsável pelo transporte da droga, um assassino chamado Klaus, dono de mortíferos poderes sombrios.

Eles são descobertos por uma agência policial secreta chamada VELVET, especializada em combater crimes cometidos mediante o uso de magia. Através dessa agência, eles descobrem não apenas que esse tipo de crime é mais comum do que se imagina, como também que a tal organização criminosa é apenas a ponta do iceberg, pois existem investidores poderosos que financiam o comércio da misteriosa droga.


O livro de estréia do autor Jeffrey Haiduk engana pela simplicidade do trabalho gráfico e surpreende com a magia do mundo de Velouria. O primeiro volume da OCB Saga nos introduz à um mundo que pode ser considerado normal, se não fosse pela sagacidade do autor em mesclar a fantasia com a temática encontrada em desenhos japoneses. O resultado: uma história cheia de ação e aventura, com personagens cativantes e carismáticos.

A história de Gabriel Collins e seus poderes mágicos, conta com a ajuda da sua irmã, Ashley Collins, e de outros personagens para solucionar casos por Hagad. Logo no início conhecemos outros personagens que trabalham e convivem com Gabe e o seu lado mágico, utilizando o seu poderio para beneficiar nas investigações. De todos os personagens que vamos conhecendo, arrisco a dizer que Lillie e Klaus se tornam os dois pontos importantes até o final do livro, por mais que outros personagens, vítimas, assassinos e até mesmo outras facções apareçam.

Os personagens, de Jeffrey Haiduk, são baseados em pessoas que possuem algum tipo de relação pessoal com o autor, fazendo com que todos eles possuam características bem definidas. Por mais que tenhamos cyborgs, animais e humanos, transmorfos, além de outras excentricidades do universo de Velouria, temos personagens bem construídos e funcionam como destaque de toda história que se desenvolve pelas mais de 400 páginas.

Com o surgimento da droga Egonil, que não deve ser muito explicada para não estragarmos algumas surpresas sobre o que ela é capaz de causar, surge a agência VELVET para controlar o uso da magia induzida pela droga e que vem favorecendo as atrocidades e acontecimentos sombrios por Hagard. Não conseguimos o certo ou o errado ao redor da droga, mas somos capazes de colecionar acontecimentos misteriosos envolvendo uma grande personagem e chave fundamental para o final da história.

Durante a minha leitura pude separar o livro em dois momentos: num primeiro momento temos a presença mais ativa de Lillie, o que tornou a narrativa mais didática para a apresentação e introdução ao universo criado pelo autor; já num segundo momento temos o papel ativo de Sho como resultante da parte mais “aventuresca” do livro, o que nos leva ao lado mais misterioso de toda a trama. Toda a ação dos combates, com armas e magias, com seus respectivos nomes e características, surgem como resgate da cultura retirada dos animes e mangás, porém não são gratuitas ou descartáveis.

“Flores de Sangue” se mostrou um ótimo livro ao ter cada embate bem descrito, seja pelas ações dos heróis e inimigos ou até mesmo pela reação dos que sofrem e caem aos seus pés; conseguimos vislumbrar cada ataque e defesa desferido, cada sangue espirrado, além dos detalhes de um cenário que co-existe com a luta e não somente como um pano de fundo.

Acompanhado de muitas ilustrações durante o livro, traduzindo certas passagens da história, durante a minha leitura eu conseguia ver a OCB Saga sendo transposta para uma graphic novel, com os seus muitos diálogos, que algumas horas prendem sua atenção tempo além do necessário, porém capaz de preencher quadrinhos e mais quadrinhos com o melhor que o livro tem.

Além dos personagens que constroem a trama principal e nos cativa a cada página, a ação do livro te segura e pede pela próxima página, fazendo com que o livro seja lido rápido e facilmente. Comece com a estranheza de acompanhar a vida de Gabe, passando pelo misterioso e excêntrico Klaus, para depois se unir à VELVET e se surpreender com o final. Este que serve só como porta de entrada para a OCB Saga e que pretende ser mais intrigante a cada volume, com uma vilã que beira o clichê, mas já mostrou que tem muito para surpreender a todos nós.



PS.: E sim, eu faço parte do OCB, além do autor ser um velho amigo. É claro que vou dá uma ajudinha para divulgar o livro. E quanto ao meu personagem, só procurar Abadom Al-Saqr Al-Sunnah.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bancária da Caixa desmistifica informações de O Globo sobre a categoria


Há poucos dias li um artigo no jornal “O Globo” afirmando que as distorções salariais dos servidores públicos já haviam sido corrigidas nos últimos anos e que estava na hora de os servidores públicos da CAIXA, PETROBRÁS, BB, dentre outros, darem a contrapartida liberando o dinheiro público para investimentos. Numa única reportagem, aparecem vários equívocos. Primeiramente, os empregados dessas empresas não se enquadram na categoria de servidor público. Em segundo lugar, os empregados dessas instituições dão sim, todos os anos, sua contrapartida, gerando milhões de reais em lucros que são repassados diretamente para o Tesouro Nacional.

Como o momento é de reajuste da categoria bancária, analisemos apenas os lucros dos dois bancos citados. Nos últimos cinco anos (2006-2010), o BB gerou lucros de R$ 41,752 bilhões, e a CAIXA, lucros da ordem de R$ 15,59 bilhões, no mesmo período. Não nos esqueçamos que a CAIXA é a grande executora dos programas sociais do Governo Federal, logo seu foco principal não é o lucro.

O outro grande equívoco da reportagem citada é com relação à suposta alegação de que as distorções salariais já teriam sido corrigidas.

Para desmistificar essa idéia, basta verificar que a inflação dos últimos 15 anos (1995-2010) foi de 220,4%., enquanto que o empregado da CAIXA teve aumento de apenas 85,6% no mesmo período. Os salários do pessoal da CAIXA, portanto, sofreram uma defasagem de 134,8% pelo índice oficial do governo.

O salário mínimo, por outro lado, foi contemplado com reajustes recordes de 445% no mesmo período, tendo superado a inflação em 224,6 %.

Para não atrelarmos o valor do salário da CAIXA apenas ao salário mínimo, compare-mo-lo com o preço do sanduíche Big Mac que é coletado e utilizado pela revista The Economist para a construção do índice Big Mac que serve para aferir o grau de valorização das moedas ao redor do mundo. Nos últimos quinze anos, o preço do Big Mac subiu, no Brasil, 392,56%, portanto, 172,16% acima da inflação. Usando essa referência, um empregado da CAIXA podia comprar 413,22 Big Macs, por mês, em 1995. Hoje, ele compra apenas 195,45 Big Macs/mês..

Fica demonstrado assim, que os salários dos empregados da CAIXA sofreram enorme defasagem nos últimos quinze anos. É bom lembrar que quinze anos, representam praticamente metade do tempo de serviço para a aposentadoria e que, normalmente, nesse tempo avança-se na carreira, ocupando–se funções que exigem cada vez mais responsabilidades. O que se vê, no entanto, é que o crescimento do salário do empregado da CAIXA não correspondeu ao acúmulo de experiências e à passagem do tempo.

Assim, ao ler a referida reportagem, não pude deixar de lembrar da famosa frase que diz que “uma mentira dita muitas vezes se torna uma verdade”. Ainda bem que existem os dados para comprovar a verdade: os bancários da CAIXA continuam sofrendo uma enorme defasagem salarial. Precisamos lutar para conseguirmos reaver um pouco da nossa dignidade e a justa retribuição pelos serviços prestados à sociedade. Qual a única forma de sermos ouvidos? Fazendo greve!

Fonte: Ana Maria Leite Paulo - Empregada da Caixa Econômica Federal e Pós-Graduada em Administração Financeira

domingo, 16 de outubro de 2011

Lembranças do Wii


Bem, para quem já conhece, o Wii é um dos 3 consoles TOP do momento. Mesmo tendo a pior resolução gráfica dos 3 consoles e muitos dos jogos serem mais simples, sua graça está na interatividade (o que faz muita gente sedentária e preguiçosa não gostar dele e claro eu rir destas pessoas) obrigando muita gente a se mexer (e muito). Seu principal foco, são os jogos de esportes, mas mesmo clássicos tiveram um novo destaque (Super Mário, Sonic e Donk Kong que o digam), além de jogos como Resident Evil (ficou muito divertido jogar com arma e ter que balançar o controle para fazer alguns movimentos).

Fazia tempo que eu não jogava alguns jogos do Wii. Quem mais gostava de jogar era a minha falecida mãe e tive muitas lembranças dela este fim de semana, ao rever alguns jogos. Me divertir muito, mas não posso negar as lembranças dos comentários que ela fazia de cada jogo que gostava. E muitos destes jogos eu levava uma surra quando jogava com ela.
São boas lembranças, mas aos poucos, vou voltando a jogar. O Wii sempre foi um dos meus video-game favorito. E claro, já tem jogos novos do Wii que me interessa.




domingo, 2 de outubro de 2011

um pouco de tempo


Faz um tempinho que não atualizo este blog.
Fiquei um tempão precisando espairecer um pouco e resolver alguns problemas. Peguei licença do trabalho e férias e estive fora de casa por um bom tempo. Mesmo nos fins de semana eu não parava aqui, para não ficar em casa.
Cuidar de inventário é um pouco estressante. Inclui alguns parentes e outros que nem vale a pena contar e temos mais problemas. E passei a tomar remédio de uso controlado, os famoso tarja preta. Vamos ver se amanhã o médico já me libera destes remédio. Já recuperei a maior parte de minhas faculdades mentais e não vou ser internado como louco. Mas meu humor está apenas mais afiado, principalmente para perguntas idiotas.
Uma das coisas mais interessantes que passei, foi quando a mãe de uma amiga olhou para mim e perguntou se eu estava bem. Se olhar mata-se acho que ela cairia dura, mas não levou nem um minuto para ela pedir desculpa e se corrigir, dizendo que era lógico que eu não estava bem. De certa forma ela subiu em meu conceito, por perceber algo sem eu precisar falar nada.
Também tenho que agradecer muita gente que me ajudou e deu apoio. Seja pessoalmente ou apenas me ligando para conversar e dá apoio. Amigos que já passaram por esta situação e outros que se preocuparam. Não sitarei nomes para não cometer o erro de esquecer alguém. Na verdade nem sei bem quem estava no velório.
Mas agora vamos seguir em frente. Mais um tempo e devo terminar o que precisa do inventário. Assim como vou começar a ver as coisas que quero guardar da mãe. As outras devo dá para minha meia-irmã e minha prima. E o resto doar para amigos da minha mãe ou caridade. Já comecei a entrar no quarto dela. O que é uma boa evolução.

Logo mais vejo de colocar as novidades por aqui e continuar com os meus posts. Tanto sobre minhas viagens, quanto sobre idiomas e outras coisas que gosto.